terça-feira, 18 de abril de 2017

PECADO CAPITAL



De todas as pagas que nós damos nenhuma é mais cara do que aquelas que exigem dedicação, que levam tempo. Sentimento é tão precioso que fica no rol de não compráveis, uma espécie de secção reservada. Um pouco de carinho ou de amor não se pesa num potinho de balança no self-service , e sendo assim é uma aquisição bem cara, que nem o dinheiro mais bem juntado do mundo pode pagar.

Quanto vale um amor? É uma pergunta a se questionar, é uma reflexão pessoal. Quanto a gente paga pra ser feliz? Amor é um adereço próprio, quem tem pouco estampa no corpo que o possui, não tem status de jóia, mas de peça íntima. Amor, nem todo mundo vê, nem sabe se você tem, não tem um valor exorbitante, é mais sentimental, não é que se queira mostrar, mas dando uma abaixadinha é impossível não notar. Essa abaixadinha é aquele riso frouxo, é aquele olhar bobo, é o pensamento perdido preocupado com outro, é aquela impaciência do “ele não ligou quando chegou em casa”. Não adianta esconder, quando a gente abaixa ( a guarda) todo mundo nota.

O que o dinheiro tem a ver com isso? Tudo! Colocamos valor em tudo, o que não se pode medir é mediado, tudo tem  número, tudo é contado. São 6 meses de namoro, é tantos reais o valor do presente de natal, é quantidade x que posso gastar hoje, é tantos quilômetros da minha casa pra sua, são X anos nossa diferença de idade. Quem se preocupa com os interesses? Ninguém se preocupa, porque nós mesmo não fazemos questão de contar, guardamos nossos sentimentos com uma preciosidade singular, como se fosse algo que pudesse ser tirado de nós. Vivemos  à sombra da inveja que sempre ronda nossos melhores sentimentos : “ O que ninguém sabe, ninguém estraga”.

Tem razão autor desconhecido, no fim não são eles, somos nós mesmos que estragamos. Somos nós que não damos a devida atenção, somos nós que não nos atemos aos detalhes, somos nós que deixamos nossos vícios egoístas tomar conta do que era pra ser “nosso”, somos nós mesmos nossos próprios monstros, nós que fazemos mal ao outro, mesmo sem querer, mesmo pedindo desculpa, mesmo não mudando, mesmo prometendo...

Amor é caro, como uma peça bem feita, como uma grife específica,  as vezes não serve muito bem em algumas pessoas, outras sabem aproveitar melhor. Num sapato pequeno não há calcanhar ou dedo cortado que faça servir, no fim das “contas”  não há felizes para sempre.


 Amor tem um gostinho especial, tem valor sentimental, como todas as coisas com muito valor, e assim como elas a gente passa meses pra conquistar, vai um mês, dois, três, vai juntando, vai cedendo, pechinchando, é uma barganha sentimental, é uma conversa amistosa, é quando você bate o olho e diz, essa foi feita pra mim. É difícil querer e não poder, tentar e não conseguir, a realidade  é a seguinte; um 38 não veste um 40, tem que fechar a boca, tem que  pensar mais,  no fim,  o macete é só um : fazer um esforço.

domingo, 9 de abril de 2017

o Legado de Regina Vadia



O livro do arraso é a personificação perfeita do mundo das garotas dentro de um exemplo só, é uma mistura de deboche e meias verdades que acreditamos existir, ou que inventamos só para satisfazer nossa imaginação maliciosa, é o conjunto dos assuntos que guardamos dentro do nosso grupinho pessoal. Na nossa panelinha temos uma regra, “o que se fala aqui, morre aqui”. Não é bem a lei que norteia as poderosas de Regina George, e nem tampouco um pedido que se estenda às suas seguidoras. A ficção do universo de  Meninas Malvadas é uma religião particular, e Regina George é sua Deusa, com toda sua beleza e cinismo aparentes, a referência do “mal em figura de gente” se faz habitar de uma forma especial em cada pessoa adepta da sua ideologia.  Ser uma pessoa egoísta, traiçoeira e descarada não são mais características que se encontram isoladamente, agora todos eles encontraram uma igreja para cultuar sua essência e destilar seu próprio veneno. O LDRV

O grupo é  “Secreto” , e nas folhas virtuais do seu Livro do Arraso, as postagens tem um teor informativo bem diversificado, vão dos amostrados habituais aos carentes de plantão. Todo mundo conhece algum.  Os adeptos do “Quero atenção” não partem da simples propagação de opinião, o fator principal é o se fazer notar, é falar mal, é ter a resposta na ponta da língua, é habitar o pedestal, é ser ovacionado. De onde partem as autoestimas fracas e os egos inflamados? Não  sabemos , mas é conhecido o local onde se encontram. Patrocinados por quem compra sua postagem eles se autopromovem dentro das tours com pouca ou nenhuma relevância. Não são só os amostrados, ou a paquera fácil, mas lembrem também dos carentes, dos ociosos, e daqueles que como qualquer pessoa adora uma fofoca.

Mostrar opinião é uma exposição pessoal em qualquer situação, aqui não é diferente, mas assim como certas panelinhas você precisa respeitar as regras do grupo, é como jeans e moletom às sextas, ou rosa às quartas feiras, se você não seguir essas regras não pode sentar.

Mas assim como participar, observar também mostra um pouco de cada um.

Em muitos lances da vida a coisa acontece quando a gente para de dar pitaco e observa. Quando a gente fica de espreita, descobre mais do que o que corre pela boca miúda, descobre mais do que aquela conversinha já conhecida de “fulano me disse tal coisa...” Essa é uma parte boa, é como uma peneira social, observar  ajuda a dividir, ajuda a decifrar parte da vida daqueles que só conhecemos por simples postagem ou comentário, ajuda a diferenciar, uma análise própria: quem sim, quem não e quem nunca.

Embora ácidas, as postagens não pintam com maldade todo o grupo do LDRV, aqui ou ali serve pra lembrar a importância do convívio social. Quantos amores já vimos serem formados, quantas declarações, quantas lágrimas não derramamos por termos nos colocado no lugar de alguém com que nem temos contato? Começamos brigas bobas com desconhecidos do comentário abaixo, e com a mesma intensidade damos força pra alguém que está com câncer. No fundo temos coração, inteiro ou em pedaços, cheios de amor ou de ódio. Diversidade, a gente vê por aqui.


Com material diversificado, a gente tem que ter fôlego pra acompanhar tudo, tem que ter paciência pra relevar algumas coisas, e tem que ter bom humor pra lidar com tanta ignorância. Passear por onde as cobras habitam pode ser perigoso se você não tiver o veneno certo ( ou o antídoto). Esse é o segredo pra sobreviver no LDRV, é uma regrinha básica, é um caminho que clareia aos poucos, é um cuidado constante. Fale bem ou fale mal, os fracos não são aceitos, e os intolerantes não duram muito tempo, aqui a regrinha é só uma “ Se não sabe jogar, não desce pro play”.

segunda-feira, 20 de março de 2017

A doceria dos bons partidos



Gente bonita tá mais fácil de encontrar hoje em dia não é mesmo? Está cada vez mais acessível encaixar-se nos padrões ditados pela hipocrisia social. Detalhe, é acessível, mas não é fácil. Um corpo bonito ou um rosto impecável são sorte de quem tem dinheiro ou uma genética valiosa, não se pode negar, a aceitação vem mais fácil, é um cartão de visita.


É comum chegar numa festa e reparar a quão diversificada ela está, não existe mais aquele grupo seleto de pessoas, podem até parecer visualmente, um cabelo arrumado, uma maquiagem bem posta, um adereço comum no guarda roupa, no corpo de um é comprada á vista, no de outros as parcelas estão a se perder de contagem, mas isso não importa, o fato é que a diversidade está ali presente, como em todos os outros lugares. Mas... Foco aqui no exemplo. A intenção é por o holofote em um só.

A loja de doces é a metáfora da vez, é como entrar num universo encantador e delicioso, onde os sentidos se aguçam, os olhos se enchem, e o paladar saliva para provar não um só, mas várias dessas delícias  que podem nos presentear com o  título de “guloso”. Aqui chegamos a vitrine que apesar de diversificada se divide em bandejas, tal como em outros estabelecimentos alimentícios. Um docinho de pessoa, um sonho de rapaz, uma rosca! Agora sim.

Ao que dizer desse tipo tão doce, que visualmente parece o melhor da lojinha, mas que é super inacessível? É uma espécie de leilão, leva quem der o maior lance, quem insistir mais, quem oferecer a melhor proposta. O mal das roscas é esse, são superestimadas, são colocadas num pedestal, com toda aquela propaganda dos que só a admiram, mas que um dia sonham em provar.

De fato um sorriso bonito e um balançar de cabelo encantador podem parecer a propaganda perfeita para qualquer pessoa que adora atenção. É como ser o último doce da loja, o único do grupo que se gaba de não pegar ninguém, o diferentão, a rosca.

Não é que não valha a lei da oferta e da procura aqui, mas quando o produto é bom ele se vende sozinho, não precisa dessa autopromoção, dessa autovalorização, desses “não me toques” . Vale lembrar, até os frutos, por  mais doces que sejam, também apodrecem.


quarta-feira, 8 de março de 2017

Do Gênesis ao Apocalipse



Essa história começou a muito tempo atrás, mas ainda sim é tempo suficiente para poder lembrar, ou em outras palavras mais bem colocadas “ tempo suficiente para não ser esquecida”. Pode parecer rápida se lida momentaneamente, mas os fatos narrados são tão intensos quanto poderiam ser , se compararmos o espaço de tempo. Existem muitas explicações ilógicas do modo pelo qual nasce ( e morre) o amor entre duas pessoas, mas, esse não é um deles. É até bem fácil de entender.

No começo não havia nada, bom, no começo nem sempre há, mas as vezes tem, a nossa visão só precisar ser “clareada”, e assim mesmo acontece, é uma centelha mágica, é no impulso, no instinto, na troca de olhar, é naquela hora que o coração bate mais forte, é quando o rosto arde, quando a visão ofusca... e depois fica bem nítido. Faça-se a luz! E então podemos ver toda a beleza do mundo que antes não víamos.

Quem disse que o segundo dia não é igualmente lindo? Um passeio pra depois das 8, ou uma caminhada ao pôr do sol... Ver a lua e as estrelas, admirar o mar. Quem disse que não há beleza na simplicidade?

Passam, um dia, dois, três. Aprendemos um pouco do muito que há para saber, pisamos numa terra desconhecida, mas que vamos no incentivo do outro, descobrimos os gostos, os sabores, os prazeres, arriscamos uma surpresa para testar nosso instinto, investimos na conquista e aos poucos nossa intimidade é construída. É fascinante o nosso caminhar. É olhar para nossa vida por vezes tão mesquinha e suspirarmos: isso é bom! É pararmos no fim da noite para curtir essa anestesia presencial e agradecer:” Obrigado a você aí em cima”.

Não esperamos uma semana pra consumar o nosso desejo, já descobrimos o que provoca o outro, os bons gostos, e um lugarzinho especial onde tocar. É depois do quarto, quinto e sexto dia que percebemos o quão bom é estar junto,  O quão bom é não ser uma pessoa só, é quando chega a companhia, é quando vira companheiro(a).

Mas nem tudo são flores e sabores, pra todo bem existe um mal, pra todo prazer existe uma nova tentação, é difícil, as vezes a metáfora se aplica de diversas formas, mas não existem versos poéticos que curem um vacilo da gente. Vai um, dois, três. É aquele mal estar, é aquele peso, é aquela vergonha... Nosso amor foi sendo construído, mas vai acabando..


Não importa quanto tempo dure, ninguém presta atenção nos detalhezinhos da caminhada, ninguém nota o conserto das suas falhas. E não há marketing melhor que fim de relacionamento, é quando surgem as especulações, é uma guerra em que se escolhe um lado. Nem todo fim de namoro é grito e pancadaria, mas é confuso, é doloroso, é divisor. Um pro lado, outro para o outro, Deus e o diabo divididos por um capítulo final.  O bom e o mal, o traidor e o virtuoso. O certo e o errado.

sexta-feira, 3 de março de 2017

ACORDA, MARAVILHOSA!



Sono escasso, interrompido pelo som que vem lá de fora. Acorda, maravilhosa! É Carnaval! É sábado já, sexta a gente só conta apartir das 22, espera quem tem hora extra pra fazer. Vai Esperar o amigo chegar, espera, 1h, 2h, 3h. Espera até o outro dia, reúne a turma toda, é hora do show.

Vamos começar a simpatia, no hostel, na casa alugada, no cantinho amigo que te ofereceram, vamo beijar e abraçar todo mundo, nossa realidade dolorosa é pausada nesses dias cheio de cor, hora de usar nossas fantasias, hora de realizar nossas fantasias, hora de nos deixar levar por elas. É bonito, e como é... Dá pra ver de tudo, de anjos à demônios, de vampiros à princesas, de unicórnios em superpopulação à mexicanos de sombreiro. Parece um livro aberto, cada pessoa ali escreve uma linha, é uma história contada por todos, vivida pelo geral. É tempo de cantar em uma só voz, de correr atrás do trio, de subir nos paredões, e de cair deles também.

Caia sem classe nenhuma, mostre os fundos, rale seu braço, passe a noite na enfermaria, quase tudo é permitido e o limite ainda não foi passado.

Passado... volta e meia ele arruma uma jeito de voltar, as vezes dá um passeio pelo bloco, noutras é trazido por ele, beija bem, que mal tem?  Passado às vezes é o motivo dos choros depois de tantas doses, passado é como a gente fica depois de saber o que houve na noite anterior, passado aconteceu, e lá ficou.

É com grande alegria que nos desprendemos dos grilhões que atam nossos pés conscientemente presos, nos deixamos levar pela magia, pelo conto de fadas, pelo brilho, pelo amor todo, criamos vínculos familiares de 5 dias que nos acompanham pelo resto do ano. Temos amores de algumas horas, noutras vezes encontramos um para a vida toda, agradeçam os escorpianos que nascem 9 meses depois, é uma maravilha. Trocar número, trocar de roupa, tomar banho de chuva, cair na àgua do mar, beijar um desconhecido... Quem nunca? E quem sempre? Fica aí a lembrança, fica aí o desejo de quero mais, fica ai a saudade. A vontade de voltar perdura, é dolorosa, é bom lembrar que não se está linda só na segunda, mas no sábado e no domingo também, é uma beleza particular, diferente pra cada um.

Nossos devaneios nos acompanham depois da quarta-feira, e nos fazem suspirar “ ai que vontade de voltar..” , é uma vontade que perdura, não sai, é difícil, como o glitter, sempre vai sobrar um pouquinho no corpo, sempre vai ter um fiozinho de saudade.

A regra é esperar o ano que vem. O Carnaval nunca morre, ele sempre RESSUSCITA!

Acorda, maravilhosa. Hora de acordar pra vida, ela é real de novo.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Uma dose diária de sofrimento


Ligamos o noticiário, saímos pelo centro da cidade, abrimos nossa carteira, e por ai vai. A  definição de cada um sobre o “sofrer” é bem pessoal, é pelo fato da conta não bater no fim do mês, ou porquê tem alguém muito querido no hospital, pode ser pela promoção perdida ou até mesmo pelo resultado do concurso.

A cada nova decepção a centelha da nossa desesperança cresce, é como um fogo pequeno, que vai sendo alimento pouco á pouco, até que chega num ponto tão quente quanto ardente, a cabeça é a prova, ela é a primeira a pedir um doril.

Dinheiro é sempre um problema, se falta foi mal administrado, se pagou tudo precisa economizar, se sobrou um pouquinho é porquê esqueceu alguma coisa, ora ,ora, administramos nossas finanças como satisfazemos nossas vontades, é quitar tudo, é comprar uma roupa. Qual sua prioridade?

Pros sensíveis de plantão é um choro diferente a cada nova tragédia, é toda sensibilidade com os miseráveis, é paixão intercalada com horários, 18, 19 e 21 da noite, vale relembrar o último capítulo.

Não questiono quem tem fé, mas é cada novo cristão que aparece nesses leitos de hospital que podia encher uma nova igreja. Não vamos julgar, quando a gente não pode fazer mais nada a gente pede pra quem pode, pode ser pra qualquer um, pode ser pra alguém especial. Feia é a dor dos outros, a nossa é horripilante, daqueles pesadelos ruins, daqueles que a gente torce pra uma hora acordar.

Pros amantes o sofrimento é passageiro, é uma saudade até a noite, é uma viagenzinha que separa, é uma briga boba, é um ciúme, é um erro , um descuido. Pros amantes o sofrimento é passageiro, é pedir desculpa, é dar uma segunda chance, é abraçar mesmo querendo sair correndo, é ter mais um pouquinho de paciência, é não jogar na cara.

Pra quem gosta assim pertinho é até bom, pode conversar, pode discutir, pode gritar e pode pedir desculpas depois. Pra quem tá assim perto é bom dizer de vez em quando “ você é muito lindo ,sabia?” e não é a parte de fora. É bom dizer, é bom ouvir. Afaga o corpo, acalma a alma, tira o stress.
Só entende o amor quem prova, quem sente o feedback, quem manda de volta. Pior é quem prova, quem gosta e depois sente falta. É um dose diária de sofrimento, quando o gostar é unilateral, quando o amor só floresce na gente. É bater na mesma tecla. É aceitar as mesmas desculpas, é perdoar sempre que possível. É terminar o namoro e cair na rotina, é procurar e sentir falta, é aceitar que o outro seguiu, é chorar sem pedir plateia, é sufocar sem nunca ter dito, é gostar em segredo, é se matar sem sequer ter morrido. Mas morre sim, amor é arma, a presença defende, a falta dele mata.

Pros amantes a dor é passageira: Acompanha, vai junto.


Nossa dor advém da nossa falta de esperança, dos nossos sonhos perdidos, das nossas dores alimentadas. Nossa dor é tipo identidade, gosto, genética. Só você pode ter, só você sabe como é. É como flor, sem cuidar murcha. E morre, mas...morre aos poucos. Essa é parte que dóis mais: É como a vida saindo da gente, é como a  esperança que se esvai.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Pra ser um bom namorado




Pra um inicio de conversa é uma pergunta que sempre pinta: o que um cara precisa ter pra te agradar? Ora, ora de imediato vem na nossa cabeça um espécime bem apessoado da cabeça aos pés, com detalhezinhos próprios que só agrade à nossa escolha. Pode ser um sorriso brilhante ou um olhar enigmático, ou então aquela balançada de cabelo digna de receber o status de Mc Dreammy, e talvez nem tanto, se tiver um corpo bacana tá ótimo.

Todo mundo quer um bom papo, todo mundo quer com quem conversar. As mulheres levam a fama de tagarela, mas pode-se observar  quanto português um homem possui quando o assunto é se gabar, sem economizar modéstia e nem meias palavras. Uma espécie de currículo que alguns insistem em recitar pausadamente cada bom atributo que carrega.

Nada de errado até ai, tem até quem goste. Mas... tem quem não goste também, vamos ficar espertos.A surpresa é sempre bem vinda.

O que atrai numa pessoa?
Essa porcentagem é importante, não se pode negar, cada resposta vai sendo contabilizada, é uma espécie de caderninho de anotações pessoal. Aparência um ponto, qualidades 1 ponto, defeitos -1 ponto, e assim vai a nossa matemática mental. Na contagem final contabiliza-se tudo, não se pode errar, bom avaliador repara até no intervalo em que as mensagens chegam no celular alheio, se tem muita gente querendo ou é muito ocupado, ou então tem outro encontro depois de te deixar em casa.

Quem gosta de putaria?
Safadeza é bom, e como é! Pra quem sabe fazê-la é melhor ainda! Um toque de malicia na hora certa é um aditivo pra saber como a historinha vai acabar, se for muito cedo dispensa-se até o convite pra sair. As pessoas tem decência ainda, bom, pelo menos um pouco, e é bom usar dela de vez em quando. Cancela esse ai!

É comum um jogo de perguntas e respostas, a gente quando conhece ( e se interessa) quer saber sempre mais, quer descobrir, quer participar, quer estar junto. Pra ser um bom namorado não é preciso mais do que interesse, no fundo deve ser só isso que precisa... Interesse
Pra primeira saída ,Interesse
Pro primeiro sexo, vontade.
Pros encontros casuais, tempo
Pra dizer o sim, disposição
Pra aceitar os erros, paciência.

Pra ser um bom namorado: (marque todas as alternativas acima)